Sunday, March 06, 2005

Entramos em Março

Recentemente vi uma PC Magazine na banca de revistas. Não precisa nem dizer, mas como seguro morreu de velho, eu digo: PC Magazine é uma daquelas revistas de computador, geralmente acompanhadas de um CD. Essa não era exceção – resolvi comprar a danada pelo CD.

Chegando em casa, abri a revista e comecei a ler. E quem diria, uma das reportagens de capa era sobre o Blog (“Agora Blogamos!”). O Blogger tava lá, em primeiro lugar, seguido pelo LiveJournal. Eu tenho que admitir que até considerei hospedar meu blog lá, no LiveJournal, mas terminei optando pelo Blogger mesmo, e aqui estou.

Anyways
, li a matéria e deu vontade de dar um pulinho aqui pra atualizar o Vida Grega.

.:Novidades:.
Como o verão grego está se aproximando, as férias também estão. Talvez o povo não se dê conta, mas como estou em outro hemisfério, as estações são invertidas – temos o verão no meio do ano, e em dezembro é inverno. Se você acha isso muito estranho, é só pensar em qualquer filme de Hollywood, sempre mostrando neve como sinônimo de Papai Noel. Isso porque lá é inverno em dezembro.

Bom, o fato é: se as férias estão chegando, isso significa que há a possibilidade (possibilidade, veja bem!) de eu voltar ao Brasil nesse período adidático. Minha irmã já anda espalhando que meio do ano eu estou na terrinha, firme e forte. Enquanto eu gostaria que isso fosse um fato, infelizmente ainda não é possível afirmar com certeza o que acontecerá. Mas estamos no processo, tentanto fazer com que as coisas aconteçam. Como diria Seinfeld, the wheels are in motion.

Tem mais: parece que meus pais, por não terem computador no momento, resolveram desligar o provedor (Terra), de modos que a Phosphoros não pode ser atualizada. Felizmente eu consegui terminar uma página que ensina a ler grego. Ler grego, veja bem, não entender ou falar. Só ler, ou seja: você vai poder ao menos ler e pronunciar as letrinhas do alfabeto grego, e conseguir ler até palavras inteiras, ou frases. Claro que é um tutorial básico voltado para completos iniciantes. Se você nunca teve contato com o grego, é provável que a aulinha seja de boa valia.

***

Tem um tempo que eu descobri que ler revistas em quadrinhos dão a maior ajuda no aprendizado de línguas estrangeiras. Bom, logicamente que qualquer material em que você se interesse ajudará; mas eu senti na pele a influência das HQs. Elas são escritas numa linguagem acessível, com vários termos e expressões que são utilizados no dia-a-dia, com um elóquio corrente e descontraído. Diferentemente de textos científicos e/ou acadêmicos, por exemplo, que terão palavras pouquíssimo usadas no dia-a-dia, sem falar nas expressões. Usar-se do vocabulário científico na rua é a mesma coisa que pedir que riam de você, ou que não entendam que diabos você está dizendo. É preciso adaptar o texto ao contexto. :-)

Tio Patinhas. Clique para ver.Comecei lendo Mickey Mouse e Tio Patinhas. Mas só depois é que fui notar a presença de Conan, sentado ali junto às outras revistas. Que achado! Quem diria, depois que li a revista percebi que o estilo usado pode ser, dependendo do contexto, tanto informal quanto formal. E as construções são perfeitas, a língua usada ali é de atestada beleza. Talvez seja verdade que não as possa usar no quotidiano, mas o vocabulário, sim. É palavra pra inferno. E mais: muitas delas se adequam perfeitamente ao meu curso (História e Arqueologia). Muitos dos termos eu ouço diariamente nas aulas. Conan sem dúvida foi uma descoberta e tanto. No caso de uso mais simplístico e corriqueiro, eu posso ler Tio Patinhas. Apesar de que eu tenho que admitir: que falta da Turma da Mônica!

***

Bom, é isso aí. A palavra de hoje é:

  • Ζωή (pronunciada zoí), que significa "vida". :-)

Saturday, February 05, 2005

Contatos Imediatos do Estranho Grau

A Grécia é um país engraçado. Muita coisa estranha acontece por aqui. Atenas, cidade de 5 milhões de habitantes, guarda um poço de curiosidades - tanto compreensíveis como totalmente sem sentido.

Mas não é da Grécia que vou falar hoje. Vou abranger um espaço maior e falar por dois minutinhos dos Estados Unidos, que me fascinam.

.:E.U.A.:.
Ô paisinho estranho. Quem se lembra daquele incidente onde um garotinho no jardim de infância (ou alfabetização? de qualquer modo, não deveria ter mais que 8 anos) beijou a coleguinha? Foi um deus nos acuda... processo pra cá, multa pra lá... no Brasil o assunto estava na boca de todo mundo.


Eu já sabia que o problema com crianças era severo nos EUA, mas só recentemente fui descobrir que o contato físico entre adulto e criança é
proibido.

Isso é um assunto sério. Digamos que um professor esteja diante de duas crianças engajadas em pleno ato de pugilismo - ele não pode fazer nada. É proibido tocar nos garotinhos. Ou digamos que você seja um salva-vidas no clube, sentado à beira da piscina, vigilante. A não ser que você peça permissão aos pais para salvar a criança, ou que ela esteja inconsciente, não é permitido entrar na piscina e salvar os pequenos se os pais estiverem presentes (ainda que estejam dormindo ao sol).

Parece estranho (surreal, na verdade), mas os exemplos aí em cima são verdadeiros. Fico imaginando como deve ser para os professores, que em vez de darem amor aos alunos, se sentem aterrorizados, e não podem nem ficar a sós com os estudantes na classe ou no escritório porque podem ser processados.

Tem mais. Recentemente, no Colorado (EUA), duas adolescentes (Taylor Ostergaard, 17; e Lindsey Jo Zellitte, 18) foram processadas por oferecerem biscoitos a uma vizinha. As duas fizeram os biscoitos para preparar uma surpresa para os vizinhos no dia 31 de Julho e deixaram cestas em frente à porta da casa de cada morador da vizinhança, com um coraçõezinhos em vermelho ou rosa com uma mensagem que dizia "tenha uma ótima noite." As meninas tiveram que pagar 900 doletas na corte depois que a vizinha Wanita Renea Young (49) processou as duas, reclamando que nunca pedira biscoitos e que a surpresa causou um ataque de ansiedade que a levou ao hospital no dia seguinte. Uma das evidências usadas contra as garotas no julgamento foram as cartas de 6 vizinhos, que escreveram para Taylor e Lindsay agradecendo pelos biscoitos.

Como as coisas evoluem até chegar nesse ponto? É possível chamar o fato de "evolução"? Isso assusta, pra dizer o mínimo.

.:Macacos pagam por Pornografia?!:.
"Você pagaria para ver o traseiro de um macaco? Espero que não." É assim que começa um artigo publicado pela INTL (International News Tracking Log). De acordo com um estudo feito recentemente, macacos do gênero masculino abririam mão de recompensas em forma de suco para dar uma olhadela em fotos de macacas mostrando o... bem, o traseiro. Pelo modo como o experimento foi elaborado, o ato de abrir mão do suquinho seria o equivalente a pagar pelas imagens, de acordo com os pesquisadores. Da mesma forma, foi necessário pagar aos macacos (claro, também em forma de suquinho) para que olhassem fotos de macacos de hierarquia menor.

"E essa pesquisa pornográfica é pra quê, mesmo?", você se pergunta. De acordo com os pesquisadores, tem a ver com autismo. "Um dos problemas principais em autistas é que para eles não existe uma motivação em olhar para outros indivíduos", diz Platt, um dos cientistas. "E mesmo quando olham, eles parecem não avaliar certas informações, como a importância do indivíduo, intenções e expressões." Os macaquinhos, portanto, providenciariam "um excelente
modelo de como a motivação social em observar é processada em indivíduos normais. (...) E é um modelo que pode ser usado para explorar os mecanismos neurofisiológicos dessas motivações de uma forma que não pode ser feita com humanos. Por exemplo, podemos usar drogas que afetam processos neurais específicos para explorar a possibilidade de reproduzir o elemento em falta no organismo de animais autistas." Muito bem.

.:Last Word:.
Tive uma idéia essa semana. Tem outros blogs por aí de gente que vive em outro país. No final de cada post eles sempre dão uma palavrinha na língua nativa do país onde se encontram. Achei que seria legal fazer o mesmo com o Vida Grega. Então, lá vai. A palavra de hoje é:

  • αγάπη (pronunciada mais ou menos "agápi"), que significa amor. :-)


The United States is a nation of laws: badly written and randomly enforced.
- Frank Zappa (1940 - 1993)

Thursday, January 27, 2005

Ο φοίνικας αναβιώνει απ'τις στάχτες του!

É, eu sei! Tem realmente muito tempo.

Mas é assim mesmo, nem sempre na vida temos a oportunidade de fazer o que queremos quando queremos. No mais a mais, nem sabia que tinha gente que lia esse blog - sério, não é hipocrisia! Achava que só a família lia esse negócio. Fui descobrir que o blog tinha leitores quando conversei com Hyor no fim do ano passado. Ele me disse que o povo andava perguntando porque o Vida Grega não estava sendo atualizado. Recentemente (acho que há uma semana) encontrei Invoid no MSN - o dito cujo tinha me mandado e-mail pedindo para adicioná-lo à lista. Lá ele me fez a mesma pergunta: "e o blog? Morreu?"

Bom, não. Não morreu. Ou, se morreu, está ressuscitando. Vou tentar postar mais freqüentemente - à propósito, por "freqüentemente" eu quero dizer "não tão raramente quanto um post a cada 6 meses". Infelizmente não é tão fácil pra mim atualizar o Vida Grega a cada semana (bom, eu até posso fazer isso, mas serão posts de uma ou duas linhas - ou seja, não vão dizer muita coisa...), então vou tentar fixar isso na base de uma vez por mês.

Tudo bem, você deve estar pensando, "sujeito folgado esse... uma vez por mês?", mas é vero:
  • eu passo basicamente o dia todo fora de casa. Tenho aula das 9 da matina até as 6 da tarde. Às 6 vou pro restaurante da facul, e só estou em casa por volta das 8 da noite;

  • quando chego em casa estou tão cansado que não quero estudar, pensar, calcular ou me organizar em nada (isso inclui pensar e organizar uma nova entrada pro blog); e

  • quando sobra tempo livre, não quero fazer nada, porque... bem, porque uma hora a gente cansa de estudar, e também porque sou filho de deus. Sombra e água fresca, aquele "não-fazer-nada-zinho", é bom! :-)


Anyways, vamos às...

.:Novidades:.

Tem muita coisa, então temos que separar o trigo do joio. Vou tentar fazer um rápido wrap-up da coisa toda e updatear todo mundo.

Cheguei em Outubro de 2003 e, como não tinha lugar pra ficar, me hospedei com amigos gregos até achar um apartamento pra alugar. Procurei por dois meses até achar alguma coisa custeável - os preços variam geralmente entre 350 e 600 euros. É possível achar mais caro... e mais barato. O problema é que os mais baratos se localizam no centrão, alguma coisa como a Praça da Sé de São Paulo, ou, bem... a Liberdade, em Salvador.

Ok, ok. Liberdade é exagero, porque não existe coisa assim na Grécia (imagino que não exista na Europa inteira), mas, bom... apesar de não haver coisa de muito baixo nível por aqui também não é muito legal tentar a sorte e me meter em qualquer buraco que aparecer. Terminei achando um apê legal pertinho da faculdade, e perto do centro também (só 5 minutinhos de metrô, nem precisa fazer baldeação). Sorte porque os apartamentos perto da faculdade são os mais caros - lógico, o povo vem das ilhas da Grécia pra estudar em Athenas e têm que alugar um lugar pra ficar. Então os preços sobem. Geralmente estão na faixa de 600 euros, enquanto que esse aqui custa 200.

Resumo: no comecinho de janeiro saí da casa do meu amigo Efthymios (o grego que me hospedou quando vim à Grécia em 2000 e em 2002 - e, bom, de Outubro a Dezembro de 2003) e me instalei por aqui, onde tenho estado ever since.

Nesse período eu já estava em aulas. Aulinhas de grego, mesmo. Antes de ter aulas na universidade era necessário passar por um período semestral de aulas. Assim, logo no começo encarei 6 meses de grego na cabeça, com direito a um exame de proficiência a ter lugar logo após o término das lições - se quiser, pode dar uma olhadela nos meus testes e redações.

Aliás, a prova final foi tanto escrita como oral. Trabalho em dobro.

Mas tudo foi bem. Eu passei, e tive o verão pra mim. Esperei até que as aulas na universidade começassem.


.:E o Brasil? Esqueceu?:.

Todo mundo me pergunta: "o que aconteceu?", "não voltou pro Brasil no verão?", "cansou do país?", "não quis rever a família?", "e os amigos?", "foi o dinheiro?", "a passagem?", "a distância?", "o sucesso?", "a fama", "o estrelato?" E, definitivamente, a frase que mais ouvi: "você ainda vive?!"

Vivo, sim. Faço das minhas as palavras do Helloween: I'm Alive!

O problema é que tive algumas dificuldades com os documentos. Aprendi que o visto (aquele pelo qual lutei tanto quando estava no Brasil - tive que ir pro Rio de última hora por causa dele) só durava 3 meses, e tinha que conseguir um visto de permissão de residência - o famigerado permit. Que, deixe-me frisar, não é a mesma coisa que um visto, ou visa. O visto é simplesmente uma autorização de entrada no país; já o permit é uma autorização para residir legalmente no país. Ou seja, com um visto do consulado eu posso vir à Europa e permanecer na Grécia (ou em qualquer outro país, contanto que faça parte da união Schengen) por um período de 3 meses. Logicamente, se você viaja ao estrangeiro para fazer um curso de graduação levará muito mais que três meses - no meu caso, 5 anos. Ou seja, estarei então residindo no país, e, portanto, será necessário um visto de residência (olha o permit aí!), e não um visto de entrada (visa).

Dei entrada no tal do permit, mas o danado nunca saiu. E, portanto, não seria possível sair do país (porque sair eu até poderia, mas não poderia mais voltar, já que, teoricamente, passei mais de 3 meses no exterior sem um visto de residência). O resultado é que negariam minha entrada no país, e eu seria trazido de volta ao Brasil, no mesmo avião em que teria ido à Grécia.

Sobre esse incidente ouvi muita gente dizer muita coisa:
  • uns diziam que eu poderia sair do país, e que, quando voltasse, apresentasse documentos certificando que estudo numa universidade grega;

  • outros, que era só contactar a embaixada ou consulado no país de origem (no meu caso, o Brasil) e pedisse a eles um outro visto de entrada na Grécia;

  • que é possível sair do país por um mês em período de festas ou férias (natal/ano novo e verão).

Infelizmente:
  • Nadaver. Presenciei ao menos 4 casos de amigos meus aqui que caíram nessa conversa, e foram mandados ao país de origem no mesmo dia. Chegaram no aeroporto, apresentaram todos os papéis de que estudavam aqui, estavam legais, não faziam nada errado, tinha uma bolsa do ministério, e todos os argumentos que se possa imaginar. Não deu outra: sem o permit, não entra. Voltaram pra casa no mesmo avião em que vieram.


  • Nadaver. Meus pais tentaram conseguir um visto de entrada falando com alguém do consulado. Não adiantou: disseram que se eu já estava aqui, deveria tentar arranjar alguma coisa aqui. (O que, é claro, não aconteceu, já que falei com Deus e o mundo e nada deu certo)


  • É verdade. É possível. Mas é um pouco complicado viajar 16 horas para passar só uma semana, talvez duas (no caso de natal e ano novo), ou um mês (na verdade, 28 dias) e ter que voltar. Pra ir ao Brasil, tem que ser pelo menos uns 2 meses.

O resultado, no final das contas, é que não deu certo. Ainda estou à espera do permit - quem não tem passaporte europeu vai invariavelmente passar pela mesma situação caso venha à Europa pra ficar mais de 3 meses (ou 6 - eles dão a oportunidade de extender o visto de turismo para 6 meses, desde que você prove que tem dinheiro suficiente pra bancar a sua estadia no país). Ou seja, se você tem um avô, ou avó, da Espanha, Itália, Portugal, qualquer coisa... pode ir mexendo os pauzinhos aí pra conseguir um visto europeu, senão... é encarar - como diria MyCows - a vida dura. É pra tomar vários Dreher. :-)


O Parthenon de frente. Posted by Hello


.:E a Vida Atual?:.

E a vida atual? Pois é. Estou na facul, encarando as aulas, e, vou dizer - são difíceis. Bastante detalhistas e específicas. O material de que os gregos dispõem para História e Arqueologia (o curso que faço) é ridiculamente extenso. Para usar um termo grego, é homérico. Mas as aulas são verdadeiramente interessantes, e se o aluno tem interesse no assunto, é infalível: é quase impossível não prestar atenção às aulas.

Durante os meses de janeiro e fevereiro estarei em provas, o que quer dizer que estarei ocupado. Com exceção dos testes, entretanto, posso dizer que a vida vai bem. Ainda moro no mesmo apartamento - apesar de que pode acontecer de me mudar para os dormitórios da faculdade num futuro próximo - e tenho acesso à Internet (querendo mandar e-mail, pode escrever!). De vez em quando dou uma olhada no MSN, no Yahoo... raramente no ICQ.

Ah, mais uma coisa: fiz uma página, a Phosphoros, e um fórum chamado The Ancient Agora (a palavra em português se pronuncia "ágora"; em grego, "agorá") de História e Arqueologia (e, bom, de línguas também, já que são assuntos relacionados). É coisa recente.

A Ancient Agora foi feita porque procurei por fora (em português soa engraçado, mas "fora" é o plural de "forum" em Latim) sobre o assunto na Internet, e só achei dois - ambos de qualidade dúbia. Então achei que poderia criar algo de qualidade. É super recente, e ainda não tive tempo de fazer o "marketing", então... creio que demorará a crescer. Mas não tem problema. Minha opinião é a de que mesmo que haja somente 20 pessoas, se interessarem-se no assunto valerá a pena.

Quando à Phosphoros, a página foi feita porque aqui e ali eu tomo notas de alguns assuntos que estudo na faculdade, e pensei que seria legal fornecê-las "ao público", ou seja, coloca-las ao alcance de todos. Infelizmente, eu sempre escrevo ou em inglês ou em grego (meu português foi completamente relegado a conversas ou ao contato com pessoas de mesma língua que eu, o que raramente acontece), então leva um pouco de tempo para colocar as notas (ou textos, ou artigos) online porque não é só copiar, há que traduzi-las.

Mas não estou com pressa. A vida é bonita do jeito que é, vivendo cada dia. :-)

Até o próximo post!

Verberat nos et lacerat fortvna: patiamvr. Non est sævitia, certamen est, qvod qvo sæpivs adiermvs, fortiores erimvs.
- Seneca

Tuesday, March 02, 2004

Novo Blog, New Blog, Novus Blogus (?)...

Enquanto o meu novo post não vem, criei um novo blog. Para os que gostam de línguas, creio ser interessante. O único problema é que esta todo em inglês. :-) O nome? LinguaMundi.